domingo, 20 de outubro de 2013

MORFOLOGIA

TECIDOS

Tecidos são grupos de células especializadas para determinado tipos de ações, que os vegetais possuem. Tecidos são grupos de células especializadas para determinado tipos de ações, que os vegetais possuem. Os tecidos são divididos em:
Tecidos meristemáticos que são aqueles que apresentam células indiferenciadas e que formam os meristemas apicais e laterais;
Tecidos adultos: derivam de meristemas tem células diferenciadas. São os tecidos de condução, sustentação, revestimento e os parênquimas. Os tecidos adultos dividem-se em:
 Tecidos Meristemáticos: os tipos de células que compõem uma planta tiveram a partir de tecidos meristemáticos, formados por células que têm uma parede primária fina, pequenos vacúolos e grande capacidade de realizar mitose. Os meristemas classificam-se em:
     o Primário: é formado por células embrionárias, citoplasma e núcleo volumoso; ao se multiplicarem, promovem o crescimento longitudinal dos vegetais. Está localizado no ápice do caule e dos ramos e numa posição subterminal nas raízes. Está divido em:
- Dermatogênio: origina a epiderme.  Periblema: origina os tecidos da casca.
- Pleroma: origina os tecidos do cilindro central.


     o Secundário: é constituído por células que readquiriram a capacidade de divisão celular. Diferem das células do meristema primário pela presença de grandes vacúolos no citoplasma. Está localizado na casca e no cilindro central das dicotiledôneas e gimnospermas com mais de um ano, após a formação. Na casca encontramos o felogênio, uma subdivisão do meristema secundário que forma, para fora dela, um tecido de revestimento morto, chamado súber ou floema. Para dentro da casca, o felogênio forma um tecido vivo, chamado feloderme. No cilindro central, o cambio forma os tecidos de condução secundários, chamados floema e xilema. O crescimento secundário é uma característica das gimnospermas e dicotiledôneas, sendo raro nas monocotiledôneas.  
• Tecidos de Sustentação: São tecidos vivos ou mortos que têm por função sustentar dar resistência aos vegetais. São os tecidos: 
     o Colênquima: está presente nos caules jovens e herbáceos, nos pecíolos das folhas e nos pedúnculos de flores. Sua principal característica é dar sustentação sem retirar a flexibilidade do órgão.

     o Esclerênquima: ocorre em órgãos vegetais, localizando-se em regiões que atingiram a maturidade completa. As células que o compõem são de dois tipos:
- Esclereídos: apresentam células poliédricas ricas em lignina e ocorrem na casca das sementes, nos caroços dos frutos, no interior dos frutos, nas regiões pedradas da banana-maçã, etc.
- Fibras esclerenquimáticas: são células alongadas ricas em lignina. Ocorrem na região da casca do caule de muitas plantas, como a juta e o cânhamo, e nas folhas do sisal. As fibras esclerenquimáticas dessas plantas podem ser extraídas e utilizadas na indústria têxtil.



 Parênquimas: o parênquima é o tecido fundamental dos vegetais. Tem duas funções importantes: a realização da fotossíntese e o armazenamento de reservas. Os parênquimas se subdividem:
     o Tecidos de síntese e reserva: É formado por células vivas, com paredes celulares primárias e ainda com capacidade de multiplicação por mitoses. Existem dois tipos de parênquimas de tecidos de síntese e reserva, são eles:
- Parênquima clorofilado: apresenta células ricas em cloroplastos, que realizam a fotossíntese. Encontramos duas variedades desses parênquimas clorofilados:
♦ Parênquima paliçádico: é formado por células alongadas, dispostas à maneira de uma paliçada as células deixam entre si espaços intercelulares pequenos. Conhecidos por meatos.
♦ Parênquima lacunoso:me formado por células arredondada ou irregulares, que deixam entre si espaços intercelulares grandes, chamados lacunas.
- parênquima de reserva: é formado por células aclorofiladas relacionadas com a reserva de amido, água, ar, sacarose, caroteno, licopeno, etc. esse tipo de parênquima é freqüente em raízes, como a mandioca, e em caules subterrâneos, como a batata, que armazenam amido.
     o Parênquima Aquífero: acumula água nos seus espaços intercelulares. Caracteriza os cactos e outros vegetais suculentos.
     o Parênquima Aerífero: formado por células que deixam, entre si, espaços por onde circula o ar, com função de flutuação e respiração. Um exemplo é a vitória-régia.

• Tecidos de Condução: os tecidos de condução ou avasculares apresentam células alongadas, especializadas no transporte de líquidos. Dividem-se em:
     o Xilema ou Lenho: é um tecido vegetal especializado no transporte da seiva bruta (mineral ou orgânica), constituída de água e sais minerais absorvidos do solo. Esse tecido é complexo e formado por vario tipos de células, entre eles os elementos dos vasos (é o movimento de água através da traquéia.).
     o Líber ou Floema: é um tecido especializado no transporte de soluções de substâncias orgânicas (a seiva elaborada) das folhas para todas as partes da planta. O floema é constituído por dois tipos de células: elementos de tubos crivados e células companheiras.
- Elementos de tubos crivados: são células vivas, alongadas, que se dispõem de modo a formar cordões contínuos desde as folhas ate as raízes.
- Células companheiras: dispõem-se paralelamente aos tubos crivados e comunicam-se com eles através de plasmodesmos.

• Tecidos de Revestimento: Os tecidos de revestimento servem para proteger o vegetal dos agentes nocivos do meio externo, além de controlar e regular as trocas de nutrientes entre os meios interno e externo. Esses tecidos são divididos em:
     o Epiderme: é um tecido constituído por uma única camada de células vivas e firmemente unidas, conferindo à planta, uma grande proteção. As células epidérmicas são transparentes e não possuem cloroplastos, pois não realizam a fotossíntese. A epiderme pode sofrer adaptações em sua estrutura conforme o meio em que a planta se encontra, com a função de realizar plenamente sua função no vegetal. Algumas variações da epiderme:
- Cutícula: Encontrada em cactos, a cutícula é uma película de cutina que tem por objetivo ocasionar a perda de água por transpiração.
- Pêlos: São projeções formadas por uma ou mais células com a função de regular a transpiração excessiva da planta.
- Acúleos: Os acúleos são saliências pontiagudas formadas por células epidérmicas que servem como uma estrutura de proteção ao vegetal.
- Papilas: É a epiderme que reveste as pétalas de certas flores, facilitando o processo de polinização.
- Estômatos: É a mais importante variação da epiderme, pois regula as trocas gasosas entre o vegetal e o meio externo.


    o Súber: é formado por células mortas, reduzidas à parede suberificada, surge assim que o vegetal começa a engrossar. As células do súber formam as diversas camadas da casca de uma árvore.




Morfologia

     É a parte subterrânea da planta, um órgão vegetal que desempenha importantes funções como fixar a planta no substrato; sugar a seiva bruta através dos pêlos absorventes, absorver água, nutrientes, nitrogênio e outras substâncias minerais como açúcar potássio e fósforo. As mais importantes e características são as terrestres. Muitas vezes falta às raízes aquáticas e aéreas (figueira) a função da fixação. São neste caso, apenas órgãos de absorção e armazenamento (sob forma de amida como substância de reserva, como por exemplo, a cenoura).
A raiz típica de uma dicotiledônea é do tipo axial, ou seja, possui um eixo principal vertical à linha do horizonte e desenvolve-se no sentido de centro da terra; trata-se de um órgão subterrâneo.     As raízes e suas ramificações apresentam quatro zonas consecutivas ela é dividida anatômica e funcionalmente a partir do ápice da raiz.:
• Zona Meristemática: gema radicular (meristema apical da raiz), é uma região de imensas mitoses que ocorrem em tecidos não diferenciado, protegida por uma estrutura formada por células mortas chamadas de coifa;
• Zona Lisa: região onde ocorre o alongamento das células produzidas, crescimento em comprimento; na ponta existe uma capa protetora denominada coifa, esta é seguida por curta zona de alongamento que é a zona lisa.
• Zona Pilífera: é onde ocorre a absorção de água e sais minerais;• Zona Suberosa ou de Crescimento secundário: onde se formam as raízes secundarias, também ocorrem intensas mitoses dos meristemas secundários (gemas laterais).

     Apenas as dicotiledôneas apresentam crescimento secundário ou em espessura: as monotiledôneas crescem apenas em comprimento (crescimento primário), não realizam crescimento secundário.







→ Tipo de raízes:

Raízes subterrâneas:

• Raiz aprumada, raiz axial - apresentam raiz principal, coifa menor do que as demais, seu comprimento é maior que o das outras, e também ramificações ou raízes secundárias. A axial tem a função também de fazer a fotossíntese. Encontradas na maioria das dicotiledôneas e gimnospermas, tais como pessegueiros, laranjeiras, pinheiros etc.

• Raiz fasciculada ou raiz em cabeleira - são características da maioria das monocotiledôneas, como o trigo, o arroz, todos os capins, etc. Esta raiz é formada por vários eixos, ramificados ou simples, mais ou menos iguais na espessura e no comprimento. Não é possível distinguir o eixo principal dos secundários.

Raízes aéreas
São todas aquelas que, secundariamente, independentes da raiz primária do embrião, nascem nos caules ou nas folhas de qualquer vegetal.

Classificam-se em duas categorias: caulógenas (também denominadas normais) e adventícias, ambas de origem indígena.Ou seja que seu desenvolvimento seja acima do solo.

Raízes aquáticas Como o próprio nome sugere, são raízes que se desenvolvem em plantas que normalmente flutuam na água. Sua função, diferente das subterrâneas, não é de fixação, mas de absorção de água e sais minerais.Raízes tuberosas
Muitas plantas acumulam material nutritivo de reserva em suas raízes. Em várias espécies, as raízes ficam dilatadas e recebem o nome de raízes tuberosas.Bastantes destas raízes são usadas na alimentação humana, como a cenoura, a beterraba, a batata-doce, a mandioca e o nabo.
Obs.: raiz tuberosa e caule tuberoso são coisas diferentes: a planta com raiz tuberosa possui o caule e as folhas fora do solo, ex: mandioca. Os caules tuberosos são aqueles que possuem o caule e a raiz debaixo da superfície do solo.



→ Curiosidade:

• Utilidade para o homem
Algumas raízes são comestíveis, como a cenoura, o nabo o rabanete a mandioca e a beterraba. Estas raízes não devem ser confundidas com tubérculos como a batata, nem bulbos como a cebola, pois estes são caules subterrâneos, e não raízes.Algumas raízes são consideradas medicinais (como o ginseng).

Anatomia
Ao cortarmos uma raiz, na sua zona pilífera, que é a mais significativa, veremos que ela se divide, nitidamente, em duas regiões: casca e cilindro central. Veremos também que após a queda dos pelos, na zona suberosa das raízes das dicotiledôneas e das gimnospermas aparecerão o câmbio e o felogênio, que as farão engrossar, Nas raízes de monocotiledôneas, salvo raras exceções, os meristemas secundários não aparecem, ficando apenas a estrutura primária por toda a sua vida.


Estrutura primária da raiz

É a estrutura inicial, formada pelos meristemas primários, práticamente igual, com pequenas diferenças, nas dicotiledôneas e nas monocotiledôneas,

Divide-se em duas regiões: casca e cilindro central.
Estrutura primária da raiz
Se acompanhássemos uma célula meristemática que terminou de surgir por mitose na extremidade de uma raiz, veríamos que ela vai se alongando, ao mesmo tempo que vai se distanciando da extremidade em decorrência do surgimento de novas células. A maior taxa de crescimento em extensão de uma raiz, ocorrerá, portanto, na região situada pouco acima da região meristemática, denominada de zona de distensão.
Após crescerem as células iniciam a sua diferenciação. Na região mais interna, por
exemplo, terá início a diferenciação dos tecidos condutores, enquanto na região mais externa diferenciam-se parênquimas e tecidos de revestimento.

Córtex
A região mais periférica da raiz jovem diferenciam-se em epiderme, tecido formado por uma única camada de células achatadas e justapostas. Na região abaixo da epiderme, chamada córtex, diferencia-se o parênquima cortical, constituído por várias camadas de células relativamente pouco especializadas.

Cilindro central
A parte interna da raiz é o cilindro central, composto principalmente por elementos condutores(protoxilema e protofloema), fibras e parênquima. O cilindro central é delimitado pela endoderme, uma camada de células bem ajustadas e dotadas de reforços especiais nas paredes, as estrias de Caspary. Essas estrias são como cintas de celulose que unem firmemente as células vizinhas, vedando completamente os espaços entre elas. Assim, para penetrar no cilindro central, toda e qualquer substância tem que atravessar diretamente as células endodérmicas, uma vez que as estrias de caspary fecham os interstícios intercelulares.

Logo abaixo da endoderme situa-se uma camada de células de paredes finas chamada periciclo, que delimita o cilindro central, onde se localizam o xilema e o floema. A maneira como os tecidos condutores se dispõem no cilindro central é um dos critérios para distinguir dicotiledôneas de monocotiledôneas.

→Estrutura secundária da raiz:
As raízes das monocotiledôneas raramente engrossam enquanto que as raízes das dicotiledôneas e das gimnospermas, depois de um certo tempo, formam meristemas secundários que vão fazer com que passem a aumentar de diâmetro durante toda a sua vida.
Veja na figura abaixo como é que as raízes de dicotiledôneas e gimnospermas engrossam.




Morfologia

     A folha tem como principais funções: realização das trocas gasosas, da fotossíntese, da transpiração (perda de H2O na forma de vapor), gutação (perda de H2O na forma liquida) e reprodução assexuada em alguns casos.
É composta por:

Limbo: superfície verde, percorrida pelas nervuras. O limbo se divide em:
• folhas simples: quando o limbo é único.
• folhas compostas: quando o limbo está dividido em partes.Pecíolo: estrutura de sustentação da folha e liga-a ao caule.


Bainha: forma-se no pecíolo, protege as gemas vegetativas.
Estípulas: formações geralmente duplas e pontiagudas que ficam junto a base da folha
Obs.: Em algumas plantas as estípulas podem ser transformadas em espinhos.
Nervuras: encerram os vasos condutores e podem ser:
• Paralelinérveas: possuem nervuras paralelas, características das monocotiledôneas.
• Peninérveas: uma nervura mediana da qual saem ramificações, características das dicotiledôneas.


     Nem todas as folhas são completas (limbo, pecíolo e bainha), onde o pecíolo é ausente as folhas são chamadas de invaginantes, em outros casos, como no fumo, faltam o pecíolo e a bainha, o limbo prende-se diretamente ao tronco, neste caso as folha é chamada de séssil.



Anatomia

A folha é constituída por:
Duas epidermes: a superior e a inferior, ambas não clorofiladas, na epiderme se encontram os estômatos.

Estômatos: são estruturas celulares que têm a função de realizar trocas gasosas entre a planta e o meio ambiente
Obs.: embora existam folhas com estômatos nas duas epidermes é mais comum encontra-los na epiderme inferior, porque, em regiões onde a incidência de luz solar é intensa a epiderme superior aquece mais que a inferior, aumentando a perda de água por evaporação, portanto a existência de estômatos na epiderme superior poderia ser desvantajosa para a planta, por permitir a saída excessiva de água.

Parênquima paliçádico: suas células justapostas evitam que o interior da folha receba iluminação e calor excessivos. 
• Os cloroplastos no parênquima paliçádico estão “enfileirados” uns sob os outros, isso os protege da iluminação excessiva, que para eles é prejudicial.


Parênquima lacunoso ou esponjoso: suas células são arredondadas e existem espaços entre elas, essas lacunas se comunicam com os estômatos facilitando a aeração da folha. 
• Os cloroplastos no parênquima lacunoso estão distribuídos desordenadamente dentro das células, como a luz que atinge o parênquima lacunoso é uma luz difusa, que já atravessou o parênquima paliçádico, essa disposição desordenada dos cloroplastos aumenta a captação da energia luminosa.

     O Caule é um órgão aéreo, é portador de folhas (órgãos fotossintetizantes), gemas (ramos cobertos de escamas protetoras), e também podem portar flores (estruturas reprodutivas). Ele apresenta uma zona meristemática apical, denominada gema apical, e zonas meristemáticas secundarias denominadas gemas laterais. Os caules têm atuam como uma estrutura de coexão etre as raízes e as folhas.
     O caule tem como funções: dar sustentação a planta e transportar a seiva bruta e a seiva elaborada. Sendo seus vasos condutores:
O xilema transporta água e minerais provenientes das raízes às partes aéreas;
O Floema transporta nutrientes fabricados nas folhas a outras partes da planta.




Caules Herbáceos: possuem uma epiderme protetora externa ao córtex, que consiste basicamente de parênquima e algum colênquima.
Tecidos Vasculares: está organizado em feixes os quais se dispõem desordenadamente nas monocotiledôneas. Onde cada um é constituído de xilema, floema e esclerênquima.
Caules Lenhosos: possuem uma camada protetora de casca resistente, perfurada com lenticelas (poros), que permite a troca de gases. Interiormente à casca existe um anel de floema que envolve uma região de xilema.



Entre os caules aéreos os mais conhecidos são:
o Tronco: caule ramificado, resistente e lenhoso, típico das plantas arbóreas. Ex: eucaliptos e abacateiros.
o Estipe: caule cilíndrico, sem ramos e dotado de folhas situadas no ápice. Ex: palmeiras.
o Colmo: caule com nós nítidos e entrenós formando os populares gomos. Ex: bambu e cana-de-açúcar.
o Haste: caule delicado e flexível, comum em plantas herbáceas. Ex: copo-de-leite.

Entre os caules subterrâneos, destacam-se:
o Tubérculo: caules que armazenam substâncias nutritivas. Ex: batata inglesa.
o Rizoma: caule alongado que normalmente se desenvolve de maneira paralela à superfície terrestre. Ex: bananeiras e samambaias.


     As células organizam-se em um circulo separando o floema para fora e o xilema para dentro. Esse círculo é o câmbio, constituído de células meristemática. O que fica dentro dos feixes tem o nome de câmbio fascicular e o que fica entre os feixes é o cambio interfascicular. A partir do câmbio formam-se novos elementos do floema e do xilema e, assim, o feixe cresce em espessura. O crescimento do feixe é acompanhado pelos outros elementos do caule, inclusive pelo parênquima.
Os caules em geral das monocotiledôneas não apresentam crescimento em espessura, pois essa característica pertence às dicotiledôneas arbóreas e de gimnospermas. As quais o xilema forma a madeira ou alburno e o cerne da madeira, localizado no centro do tronco, é constituído por xilema que já não conduz mais a seiva bruta, e sua coloração é sempre mais escura que o alburno. E nesse grupo de plantas o floema localiza-se junto à casca do tronco.

REFERENCIAS ELETRÔNICA:
http://mundobiologico-geral.blogspot.com.br/p/morfologia-vegetal.html

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